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Planeta Descartável ou Planeta Sustentável? A escolha está feita.

CÍRCULO DE REFLEXÃO, LABORATÓRIO DE IDEIAS[i]

Realizou-se na manhã de quinta-feira, 19 de outubro de 2018, uma iniciativa organizada pela ESGRA e pelo ISQ que reuniu num encontro informal representantes das políticas públicas e de diferentes intervenientes na cadeia de valor, com um objetivo comum: a escolha, refletida, entre um Planeta descartável ou um Planeta Sustentável.

O ISQ foi o anfitrião, tendo a sala do Edifício Siza Vieira ultrapassado a lotação para poder acolher todos os participantes.

RECICLAR É AGORA

Os trabalhos iniciaram-se com o filme, já conhecido, RECICLAR É AGORA (uma parceira ESGRA / EGF / ERSAR, recentemente com o apoio da SPV), desenvolvida para sensibilizar para a reciclagem de embalagens usadas, mostrando ao cidadão os impactos a nível ambiental, social e económico.

SESSÃO DE ABERTURA

ISTO NÃO É UMA CONFERÊNCIA E NÓS NÃO SOMOS O CARRO VASSOURA

Pedro Matias, Presidente do ISQ, começou por agradecer à ESGRA o desafio lançado para se envolver nesta atividade e nesta conferência. Conferência? Não, explicou: “Nós queremos fazer desta conferência um encontro muito informal pelo que eu não lhe chamaria conferência mas um Think Tank. O importante é sairmos daqui com alguns resultados concretos, em duas vertentes. Para cada um de nós, individualmente, e também considerando o impacto na sociedade, sobre aquilo que podemos fazer e passar ao poder político, desenvolvendo linhas de ação de políticas públicas nesta matéria”.

Para o Presidente da ESGRA, Paulo Praça, em boa hora o ISQ e a ESGRA decidiram congregar esforços no sentido de trabalhar e discutir temas importantes, frisando que as pessoas do setor da gestão de resíduos realizam e participam em muitos eventos e fóruns, e, por esse facto, “falam sistematicamente uns com os outros, dentro da caixa”.

Constatando que o setor dos resíduos ainda está associado à imagem do lixo, “essa palavra pejorativa que temos como desígnio converter em recurso, porque os resíduos são recursos, não podem ser lixo”, Paulo Praça evocou o carro vassoura da Volta a Portugal em Bicicleta: “nós sentimo-nos um bocadinho o carro vassoura, ou seja, o fim da linha, no caso, quem vai atrás a apanhar os plásticos, os metais, os vidros. No entanto, a qualidade do nosso trabalho, e uma que que os resíduos são recursos, depende, cada vez mais, do que se faz para além deste setor, do que fazem a investigação, os embaladores e a indústria”.

Aberta a Sessão, o programa cumpriu-se com as apresentações de Vanya Veras, Secretária-geral da Municipal Waste Europe, sobre “o novo enquadramento dos resíduos urbanos no âmbito do Pacote Economia Circular e a importância da Estratégia da UE para os Plásticos no setor dos resíduos urbanos” e de Marco Estrela, do ISQ, sobre “o papel das ferramentas da ecoeficiência no setor dos resíduos”, seguidas de um debate em torno do futuro dos plásticos e resíduos urbanos, e colocou diversas questões: “Que plásticos podem afinal ser reciclados? Como reduzir o número de produtos e embalagens de plástico? Qual o papel a desempenhar pela indústria produtora e recicladora e pelos SGRU?”. A completar o círculo, Ana Sofia Vaz, Coordenadora do GT para a Revisão do PERSU 2020 fez uma exposição sobre a revisão do PERSU 2020, partilhando uma reflexão crítica e questionando: “A revisão do PERSU 2020 |Driver de mudança? – Apreciação crítica para a resistência à mudança”.

Este Seminário ESGRA / ISQ terminou com palavras de agradecimento a todos, pelo Presidente da ESGRA.

Fica a sensação de que o formato mais informal como decorreu a iniciativa, num modelo mais próximo do Think Tank – Círculo de Reflexão, e reunindo intervenientes das diversas fases da cadeia de valor, suscitou o interesse e motivou uma adesão participada a que a ESGRA poderá dar continuidade com novas iniciativas desta natureza.

 

Publicações anteriores, sobre este assunto:

2018.10.11 – Seminário ESGRA / ISQ: Planeta Descartável ou Planeta Sustentável. Agora Escolha.

2018.10.23 – PLANETA DESCARTÁVEL OU PLANETA SUSTENTÁVEL. AGORA ESCOLHA.

 

[i] «De acordo com o escritor norte-americano Paul Dickson (1972), think tanks podem ser chamados de fábricas de ideias. Também podem ser traduzidos como círculo de reflexão ou laboratório de ideias. Think, na língua inglesa, pode ser traduzido como ‘pensar’; já a palavra tank significa ‘tanque’, ‘reservatório’. Por isso, o termo think tank pode ser traduzido como ‘grupo de reflexão’, ‘laboratório/fábrica de ideias’, como mencionado anteriormente. O “2017 Global Go To Index Report” considera think tanks como “organizações de análise e compromisso de pesquisa sobre políticas públicas”.» Fonte: Wikipédia.


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PLANETA DESCARTÁVEL OU PLANETA SUSTENTÁVEL. AGORA ESCOLHA.

O Presidente da Direção da ESGRA, Paulo Praça, com o Presidente do ISQ, Pedro Matias. Primeira de uma galeria de fotos que dão nota de uma sala repleta a participar no Seminário organizado pela ESGRA e pelo ISQ.

 

 


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Seminário ESGRA / ISQ: Planeta Descartável ou Planeta Sustentável. Agora Escolha.

O ISQ e a ESGRA estão a organizar o Seminário “Planeta Descartável ou Planeta Sustentável. Agora escolha!”, a realizar no dia 19 de outubro de 2018, pelas 9h30, no Edifício Siza Vieira / ISQ – Taguspark, em Oeiras.

No seminário haverá um painel dedicado ao novo enquadramento dos resíduos urbanos no âmbito do “Pacote da Economia Circular” e sobre a importância da Estratégia da UE para os Plásticos no Setor dos Resíduos Urbanos, seguindo-se um debate sobre um tema que assume a maior atualidade, em torno do futuro dos plásticos, a sua reciclabilidade e impacto enquanto resíduos, e terminando com uma apreciação sobre a Revisão do PERSU 2020.

Consulte o programa do Seminário, AQUI.

A lotação é limitada e a presença está sujeita a inscrição, que só será considerada válida após envio de confirmação. As inscrições decorrem até ao dia 16 de outubro e devem ser enviadas para: geral@esgra.pt .


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RECICLAR É AGORA

Sabia que em média cada português produz 40 kg de resíduos por mês? Que todos os anos produzimos uma quantidade de resíduos equivalente ao peso de 3 Pontes Vasco da Gama? E que, pelo simples gesto de separar as nossas embalagens usadas, podemos contribuir significativamente para o aumento da reciclagem em Portugal?

As dúvidas e curiosidades sobre a gestão de resíduos e a reciclagem em Portugal podem ser esclarecidas no mais recente vídeo “RECICLAR É AGORA”. A ação resulta de uma parceria entre a EGF – Environmental Global Facilities, a ESGRA – Associação para a Gestão de Resíduos e a ERSAR – Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos, contando com o apoio da Sociedade Ponto Verde.

O filme foi desenvolvido para sensibilizar para a reciclagem de embalagens usadas, mostrando ao cidadão os impactos a nível ambiental, social e económico. A inspiração para o vídeo surgiu de uma reflexão sobre o que se pode fazer pelo planeta, explicando aos cidadãos a importância de uma boa gestão de resíduos em Portugal para alcançarmos uma sociedade mais sustentável, protegermos o ambiente e dinamizarmos a economia nacional.

 

 

Sabendo que todos os anos são produzidos mais de 5 milhões de toneladas de resíduos urbanos em Portugal, o equivalente a 3 Pontes Vasco da Gama, o vídeo desvenda também a quantidade de resíduos produzidos por cada português: 40 kg por mês e quase meia tonelada por ano.

Existe um considerável potencial de crescimento ao nível da adoção do hábito de separação em casa e fora dos lares, e, consequentemente, aumento da reciclagem. Se cada um de nós cumprir a sua parte, não só teremos um uso mais eficiente dos recursos, como a partir deste hábito surgirão produtos e modelos de negócio inovadores, em linha com os princípios da economia circular.

Para fazer a diferença, basta colocar as embalagens nos recipientes adequados: o plástico e o metal no ecoponto amarelo; as garrafas, boiões e frascos de vidro no ecoponto verde; e as embalagens de papel cartão, bem como jornais e revistas, no ecoponto azul.

A partir do simples gesto de separar as embalagens e usadas e restantes resíduos por material e colocá-las no contentor com a cor certa, estamos a ter um papel ativo na poupança ambiental uma vez que estamos a contribuir para a minimização da extração de recursos, a economizar água e energia e a gerar postos de trabalho inerentes a esta área de atividade.

Se cada um de nós separar todas as embalagens usadas podemos contribuir para reciclar 100kg todos os anos. O segredo é só um: separar todas as embalagens sempre e em qualquer lugar. Assim, estamos a ajudar o ambiente, a economia e a assegurar um futuro melhor para as próximas gerações. Por exemplo, atualmente 16% dos resíduos são transformados em corretivos orgânicos a usar na agricultura e na floresta; e 23% são resíduos transformados em energia, que permite iluminar e aquecer as nossas casas; e que a gestão de resíduos é responsável pela criação de mais de 13.000 postos de trabalho.

O filme tem a duração de 1:45 e para além de estar disponível nos websites das entidades envolvidas, será divulgado em todo o país e por todas as entidades que tratam e valorizam resíduos urbanos em Portugal. Está ainda disponível uma versão mais curta de 42″. A iniciativa contou com o desenvolvimento criativo da agência NOWA.

 

Para ver o filme completo, clique AQUI.

Para ver o filme curto, clique AQUI.

 

Sobre ESGRA

A ESGRA é uma associação privada sem fins lucrativos que tem como missão a promoção dos interesses dos seus associados no âmbito da gestão e tratamento de resíduos urbanos, bem como o seu desenvolvimento estratégico, representando atualmente 15 entidades, 13 das quais Sistemas de Gestão de Resíduos Urbanos (SGRU), no Continente e nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, e assegurando a representação de Portugal na Municipal Waste Europe (MWE), Associação Europeia em matéria de resíduos.

Sobre a EGF

A EGF, Environmental Global Facilities, é uma empresa europeia de referência no setor ambiental e líder no tratamento e valorização de resíduos em Portugal. Reforçada pela sua integração no Grupo MOTA-ENGIL e URBASER, a EGF é sócia maioritária em 11 Concessionárias de tratamento de resíduos: Algar, Amarsul, Ersuc, Resiestrela, Resinorte, Resulima, Suldouro, Valnor, Valorlis, Valorminho e Valorsul.

Sobre a ERSAR

A Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos tem por missão regular os serviços de águas e resíduos, incluindo a regulação da qualidade da água para consumo humano. Visa assegurar que as entidades gestoras destes serviços prestam serviços de qualidade a preços acessíveis. O modelo regulatório integrado da ERSAR assenta em dois planos distintos, mas complementares:

– Regulação estrutural, contribuindo para a organização, regulamentação, capacitação e divulgação de informação dos setores de águas e resíduos.

– Regulação comportamental das entidades gestoras, através da regulação legal e contratual, económica, da qualidade do serviço prestado, da qualidade da água para consumo humano e da interface com os consumidores.

Sobre a Sociedade Ponto Verde

A Sociedade Ponto Verde é uma instituição privada sem fins lucrativos que tem por missão organizar e gerir a retoma e valorização de resíduos de embalagens, promovendo a ECONOMIA CIRCULAR através da implementação do Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens (SIGRE), mais conhecido como “Sistema Ponto Verde”.  a sensibilização e a educação para as melhores práticas ambientais é um dos grandes objetivos da Sociedade Ponto Verde junto dos portugueses.


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ESGRA e AVALER apresentam contributos para o Plano Nacional de Investimento 2030

(Ambiente Online, 30 de julho de 2018)

«A ESGRA e a AVALER, duas importantes associações na área dos resíduos, revelaram as suas contribuições para a conceção do Plano Nacional de Investimentos 2030 relativo aos Resíduos urbanos.

O aumento da capacidade de valorização energética é uma das cinco áreas importantes segundo as associações. Segundo estas, Portugal possui uma capacidade de valorização energética de 1,1 milhões de toneladas por ano, correspondendo a 20 a 22% dos resíduos produzidos. Porém, o país deposita em aterro sanitário cerca de 2,3 milhões de toneladas de resíduos por ano. Todas as análises apontam para que, mesmo em cenários de forte desenvolvimento da recolha seletiva, o país precise de aumentar a capacidade de valorização energética de modo a reduzir ao mínimo a deposição em aterro.

Outros temas considerados essenciais são os sistemas de recolha de bio resíduos, a reconversão dos Tratamentos Mecânicos e Biológicos e o aumento da qualidade e quantidade da reciclagem multimaterial e de embalagens.»

 

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Projeto RES URBIS em Consulta Pública

O projeto RES URBIS, em que a MWE participa como membro permanente, é financiado pela Comissão Europeia (H2020) e chegou a meio do período de 3 anos de investigação. Visa tornar possível a conversão de vários tipos de biorresíduos em bio produtos valiosos, numa única bio refinaria integrada, utilizando de um processo tecnológico em cadeia (informação detalhada no site do projeto).

Nesta fase, considera-se importante entender o valor que o projeto pode alcançar em possíveis desenvolvimentos futuros de materiais e processos. Neste sentido, o RES URBIS abriu um período de consulta pública, solicitando contributos através do preenchimento de um questionário acessível no site do projeto.

As respostas serão tidas em elevada consideração para o desenvolvimento do projeto e para a compreensão das perspetivas de materiais derivados de biorresíduos.

Os contributos são anónimos mas é possível, em caso de interesse, colocar nome e entidade, deste modo podendo eventualmente vir a participar em futuras atividades de investigação.

O questionário está disponível até 15 de setembro.


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34 Organizações e Empresas exigem à União Europeia ação sobre a obrigatoriedade de conteúdos reciclados nos produtos de plástico

No âmbito da Consulta Pública da Comissão Europeia sobre a Estratégia Europeia para os Plásticos, com o objetivo de recolher contributos para impulsionar a incorporação de plásticos reciclados nos produtos, a Municipal Waste Europe integrou uma coligação de organizações e empresas que produziu uma posição conjunta, exigindo à UE ação sobre a obrigatoriedade de conteúdos reciclados em novos produtos de plástico, para fechar o ciclo da Economia Circular.

Cobertura, na imprensa europeia, do comunicado conjunto / apelo à UE, enviado à CE no âmbito da Consulta Pública:


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Campanha da Comissão no âmbito da Estratégia Europeia para os Plásticos numa Economia Circular – Recolha de Contributos / Compromissos Voluntários para impulsionar a integração de plásticos reciclados nos produtos

A Comissão Europeia tem uma Consulta Pública aberta, até 30 de setembro, com o objetivo de angariar compromissos voluntários no sentido de impulsionar a incorporação de materiais reciclados nos produtos de plástico, com vista ao cumprimento do preconizado na Estratégia Europeia para os Plásticos.

A Comissão decidiu lançar esta campanha devido à pouca procura e à escassez de um fornecimento estável e previsível de plásticos reciclados, considerados pela CE os principais obstáculos para transformar a cadeia de valor dos plásticos.

Todas as entidades / partes interessadas de alguma forma envolvidas na cadeia de valor dos plásticos são convidadas a participar neste exercício, incluindo organizações não governamentais (ONG), associações, empresas, municípios e sistemas de gestão de resíduos urbanos (SGRU), entre outras.

A participação pode ser feita individualmente ou em associação, na forma de um compromisso ou de uma tomada de posição.

Os contributos devem ser enviados à Comissão, através de um formulário criado para o efeito, AQUI.

A Comissão disponibiliza, para o esclarecimento de dúvidas antes do envio de contributos, um “Guia para a submissão do um Compromisso Voluntário”.


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CNADS: Reflexão preliminar sobre a Estratégia Portugal 2030

Reflexão Preliminar sobre a Agenda de Políticas Públicas do próximo Quadro Financeiro Plurianual da UE em Portugal – Estratégia Portugal 2030

«Nesta Reflexão, composta por três pontos, referem-se as circunstâncias nacionais e europeias que rodeiam a discussão, faz-se uma análise crítica dos Eixos e Domínios que constituirão o Portugal 2030 (PT2030) e levantam-se questões para uma discussão sobre os caminhos indicados, sublinhando os pontos que o CNADS considera essenciais.»

(CNADS, 18 de julho de 2018)

Falta articulação de medidas para convergência real com UE – conselho do ambiente

«”Poderá o caminho passar pela consolidação de um edifício institucional e legislativo que permita um trabalho coordenado entre as áreas de urbanismo, transportes, energia e ambiente?”, questiona o Conselho.

No documento, que o Conselho enviou à Assembleia da República, ao Governo, às Assembleias Legislativas e aos Governos das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, é dada especial atenção a duas questões.

Uma delas é a compatibilização entre políticas públicas visando eficiência, inovação, conectividade e sustentabilidade e o facto de “a vida material do país apresentar notórios indícios de fragilização”.

A segunda dúvida colocada pelo CNADS é se estão a ser tidas em conta as dimensões materiais estruturais da economia – abrangendo indústria e especialização industrial ou qualidade do sistema produtivo – e da sociedade, ou seja os seus sistemas regional, territorial e urbano.

É sugerido que aquelas duas matérias sejam “especialmente pensadas”, sendo que “a reconstituição da capacidade produtiva do país pode ser bem articulada com a temática da economia circular”.

A economia circular, uma aposta do Governo, baseia-se na redução da exploração de recursos naturais e na reutilização de materiais, protegendo a natureza.

“É particularmente importante a articulação do Portugal 2030 com os outros instrumentos de política pública nacional, em particular o Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território (PNPOT) e o Plano de Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional (POEM)”, atualmente em discussão pública, defende o CNADS.»

(Em DN/LUSA, 18 de julho de 2018)


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“Programa de Valorização do Interior – Novos Territórios, Maior Coesão”

«Foi aprovada a nova versão do Programa de Valorização do Interior, em reunião extraordinária do Conselho de Ministros realizada em Pampilhosa da Serra, no dia 14 de julho.

Com o objetivo de concretizar “medidas de discriminação positiva e de incentivo ao desenvolvimento dos territórios de baixa densidade, visando a fixação da população, a diminuição das assimetrias regionais, a coesão e a competitividade territorial”.

Estão incluídas nas 62 medidas do Programa de Valorização do Interior:

– Reforço dos mecanismos de transferência de serviços públicos para o Interior;

– Redução do IRC em função dos postos de trabalho criados com conexão e territórios do interior;

– Reforço dos benefícios fiscais ao investimento no Interior;

– Programa de Captação de Investimentos para o Interior, materializado num conjunto de apoios e incentivos dirigidos ao interior, incluindo uma Linha de Apoio Específica para o Interior para Projetos Empresariais de Interesse Estratégico;

– No âmbito da Reprogramação do PT2020, criar uma programação de concursos para os territórios do Interior para apoiar 1700 M€ de investimento empresarial.»

(Em AD&C, 17 de julho de 2018)