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RECICLAR É AGORA

Sabia que em média cada português produz 40 kg de resíduos por mês? Que todos os anos produzimos uma quantidade de resíduos equivalente ao peso de 3 Pontes Vasco da Gama? E que, pelo simples gesto de separar as nossas embalagens usadas, podemos contribuir significativamente para o aumento da reciclagem em Portugal?

As dúvidas e curiosidades sobre a gestão de resíduos e a reciclagem em Portugal podem ser esclarecidas no mais recente vídeo “RECICLAR É AGORA”. A ação resulta de uma parceria entre a EGF – Environmental Global Facilities, a ESGRA – Associação para a Gestão de Resíduos e a ERSAR – Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos, contando com o apoio da Sociedade Ponto Verde.

O filme foi desenvolvido para sensibilizar para a reciclagem de embalagens usadas, mostrando ao cidadão os impactos a nível ambiental, social e económico. A inspiração para o vídeo surgiu de uma reflexão sobre o que se pode fazer pelo planeta, explicando aos cidadãos a importância de uma boa gestão de resíduos em Portugal para alcançarmos uma sociedade mais sustentável, protegermos o ambiente e dinamizarmos a economia nacional.

 

 

Sabendo que todos os anos são produzidos mais de 5 milhões de toneladas de resíduos urbanos em Portugal, o equivalente a 3 Pontes Vasco da Gama, o vídeo desvenda também a quantidade de resíduos produzidos por cada português: 40 kg por mês e quase meia tonelada por ano.

Existe um considerável potencial de crescimento ao nível da adoção do hábito de separação em casa e fora dos lares, e, consequentemente, aumento da reciclagem. Se cada um de nós cumprir a sua parte, não só teremos um uso mais eficiente dos recursos, como a partir deste hábito surgirão produtos e modelos de negócio inovadores, em linha com os princípios da economia circular.

Para fazer a diferença, basta colocar as embalagens nos recipientes adequados: o plástico e o metal no ecoponto amarelo; as garrafas, boiões e frascos de vidro no ecoponto verde; e as embalagens de papel cartão, bem como jornais e revistas, no ecoponto azul.

A partir do simples gesto de separar as embalagens e usadas e restantes resíduos por material e colocá-las no contentor com a cor certa, estamos a ter um papel ativo na poupança ambiental uma vez que estamos a contribuir para a minimização da extração de recursos, a economizar água e energia e a gerar postos de trabalho inerentes a esta área de atividade.

Se cada um de nós separar todas as embalagens usadas podemos contribuir para reciclar 100kg todos os anos. O segredo é só um: separar todas as embalagens sempre e em qualquer lugar. Assim, estamos a ajudar o ambiente, a economia e a assegurar um futuro melhor para as próximas gerações. Por exemplo, atualmente 16% dos resíduos são transformados em corretivos orgânicos a usar na agricultura e na floresta; e 23% são resíduos transformados em energia, que permite iluminar e aquecer as nossas casas; e que a gestão de resíduos é responsável pela criação de mais de 13.000 postos de trabalho.

O filme tem a duração de 1:45 e para além de estar disponível nos websites das entidades envolvidas, será divulgado em todo o país e por todas as entidades que tratam e valorizam resíduos urbanos em Portugal. Está ainda disponível uma versão mais curta de 42″. A iniciativa contou com o desenvolvimento criativo da agência NOWA.

 

Para ver o filme completo, clique AQUI.

Para ver o filme curto, clique AQUI.

 

Sobre ESGRA

A ESGRA é uma associação privada sem fins lucrativos que tem como missão a promoção dos interesses dos seus associados no âmbito da gestão e tratamento de resíduos urbanos, bem como o seu desenvolvimento estratégico, representando atualmente 15 entidades, 13 das quais Sistemas de Gestão de Resíduos Urbanos (SGRU), no Continente e nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, e assegurando a representação de Portugal na Municipal Waste Europe (MWE), Associação Europeia em matéria de resíduos.

Sobre a EGF

A EGF, Environmental Global Facilities, é uma empresa europeia de referência no setor ambiental e líder no tratamento e valorização de resíduos em Portugal. Reforçada pela sua integração no Grupo MOTA-ENGIL e URBASER, a EGF é sócia maioritária em 11 Concessionárias de tratamento de resíduos: Algar, Amarsul, Ersuc, Resiestrela, Resinorte, Resulima, Suldouro, Valnor, Valorlis, Valorminho e Valorsul.

Sobre a ERSAR

A Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos tem por missão regular os serviços de águas e resíduos, incluindo a regulação da qualidade da água para consumo humano. Visa assegurar que as entidades gestoras destes serviços prestam serviços de qualidade a preços acessíveis. O modelo regulatório integrado da ERSAR assenta em dois planos distintos, mas complementares:

– Regulação estrutural, contribuindo para a organização, regulamentação, capacitação e divulgação de informação dos setores de águas e resíduos.

– Regulação comportamental das entidades gestoras, através da regulação legal e contratual, económica, da qualidade do serviço prestado, da qualidade da água para consumo humano e da interface com os consumidores.

Sobre a Sociedade Ponto Verde

A Sociedade Ponto Verde é uma instituição privada sem fins lucrativos que tem por missão organizar e gerir a retoma e valorização de resíduos de embalagens, promovendo a ECONOMIA CIRCULAR através da implementação do Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens (SIGRE), mais conhecido como “Sistema Ponto Verde”.  a sensibilização e a educação para as melhores práticas ambientais é um dos grandes objetivos da Sociedade Ponto Verde junto dos portugueses.


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ESGRA e AVALER apresentam contributos para o Plano Nacional de Investimento 2030

(Ambiente Online, 30 de julho de 2018)

«A ESGRA e a AVALER, duas importantes associações na área dos resíduos, revelaram as suas contribuições para a conceção do Plano Nacional de Investimentos 2030 relativo aos Resíduos urbanos.

O aumento da capacidade de valorização energética é uma das cinco áreas importantes segundo as associações. Segundo estas, Portugal possui uma capacidade de valorização energética de 1,1 milhões de toneladas por ano, correspondendo a 20 a 22% dos resíduos produzidos. Porém, o país deposita em aterro sanitário cerca de 2,3 milhões de toneladas de resíduos por ano. Todas as análises apontam para que, mesmo em cenários de forte desenvolvimento da recolha seletiva, o país precise de aumentar a capacidade de valorização energética de modo a reduzir ao mínimo a deposição em aterro.

Outros temas considerados essenciais são os sistemas de recolha de bio resíduos, a reconversão dos Tratamentos Mecânicos e Biológicos e o aumento da qualidade e quantidade da reciclagem multimaterial e de embalagens.»

 

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Projeto RES URBIS em Consulta Pública

O projeto RES URBIS, em que a MWE participa como membro permanente, é financiado pela Comissão Europeia (H2020) e chegou a meio do período de 3 anos de investigação. Visa tornar possível a conversão de vários tipos de biorresíduos em bio produtos valiosos, numa única bio refinaria integrada, utilizando de um processo tecnológico em cadeia (informação detalhada no site do projeto).

Nesta fase, considera-se importante entender o valor que o projeto pode alcançar em possíveis desenvolvimentos futuros de materiais e processos. Neste sentido, o RES URBIS abriu um período de consulta pública, solicitando contributos através do preenchimento de um questionário acessível no site do projeto.

As respostas serão tidas em elevada consideração para o desenvolvimento do projeto e para a compreensão das perspetivas de materiais derivados de biorresíduos.

Os contributos são anónimos mas é possível, em caso de interesse, colocar nome e entidade, deste modo podendo eventualmente vir a participar em futuras atividades de investigação.

O questionário está disponível até 15 de setembro.


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34 Organizações e Empresas exigem à União Europeia ação sobre a obrigatoriedade de conteúdos reciclados nos produtos de plástico

No âmbito da Consulta Pública da Comissão Europeia sobre a Estratégia Europeia para os Plásticos, com o objetivo de recolher contributos para impulsionar a incorporação de plásticos reciclados nos produtos, a Municipal Waste Europe integrou uma coligação de organizações e empresas que produziu uma posição conjunta, exigindo à UE ação sobre a obrigatoriedade de conteúdos reciclados em novos produtos de plástico, para fechar o ciclo da Economia Circular.

Cobertura, na imprensa europeia, do comunicado conjunto / apelo à UE, enviado à CE no âmbito da Consulta Pública:


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Campanha da Comissão no âmbito da Estratégia Europeia para os Plásticos numa Economia Circular – Recolha de Contributos / Compromissos Voluntários para impulsionar a integração de plásticos reciclados nos produtos

A Comissão Europeia tem uma Consulta Pública aberta, até 30 de setembro, com o objetivo de angariar compromissos voluntários no sentido de impulsionar a incorporação de materiais reciclados nos produtos de plástico, com vista ao cumprimento do preconizado na Estratégia Europeia para os Plásticos.

A Comissão decidiu lançar esta campanha devido à pouca procura e à escassez de um fornecimento estável e previsível de plásticos reciclados, considerados pela CE os principais obstáculos para transformar a cadeia de valor dos plásticos.

Todas as entidades / partes interessadas de alguma forma envolvidas na cadeia de valor dos plásticos são convidadas a participar neste exercício, incluindo organizações não governamentais (ONG), associações, empresas, municípios e sistemas de gestão de resíduos urbanos (SGRU), entre outras.

A participação pode ser feita individualmente ou em associação, na forma de um compromisso ou de uma tomada de posição.

Os contributos devem ser enviados à Comissão, através de um formulário criado para o efeito, AQUI.

A Comissão disponibiliza, para o esclarecimento de dúvidas antes do envio de contributos, um “Guia para a submissão do um Compromisso Voluntário”.


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CNADS: Reflexão preliminar sobre a Estratégia Portugal 2030

Reflexão Preliminar sobre a Agenda de Políticas Públicas do próximo Quadro Financeiro Plurianual da UE em Portugal – Estratégia Portugal 2030

«Nesta Reflexão, composta por três pontos, referem-se as circunstâncias nacionais e europeias que rodeiam a discussão, faz-se uma análise crítica dos Eixos e Domínios que constituirão o Portugal 2030 (PT2030) e levantam-se questões para uma discussão sobre os caminhos indicados, sublinhando os pontos que o CNADS considera essenciais.»

(CNADS, 18 de julho de 2018)

Falta articulação de medidas para convergência real com UE – conselho do ambiente

«”Poderá o caminho passar pela consolidação de um edifício institucional e legislativo que permita um trabalho coordenado entre as áreas de urbanismo, transportes, energia e ambiente?”, questiona o Conselho.

No documento, que o Conselho enviou à Assembleia da República, ao Governo, às Assembleias Legislativas e aos Governos das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, é dada especial atenção a duas questões.

Uma delas é a compatibilização entre políticas públicas visando eficiência, inovação, conectividade e sustentabilidade e o facto de “a vida material do país apresentar notórios indícios de fragilização”.

A segunda dúvida colocada pelo CNADS é se estão a ser tidas em conta as dimensões materiais estruturais da economia – abrangendo indústria e especialização industrial ou qualidade do sistema produtivo – e da sociedade, ou seja os seus sistemas regional, territorial e urbano.

É sugerido que aquelas duas matérias sejam “especialmente pensadas”, sendo que “a reconstituição da capacidade produtiva do país pode ser bem articulada com a temática da economia circular”.

A economia circular, uma aposta do Governo, baseia-se na redução da exploração de recursos naturais e na reutilização de materiais, protegendo a natureza.

“É particularmente importante a articulação do Portugal 2030 com os outros instrumentos de política pública nacional, em particular o Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território (PNPOT) e o Plano de Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional (POEM)”, atualmente em discussão pública, defende o CNADS.»

(Em DN/LUSA, 18 de julho de 2018)


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“Programa de Valorização do Interior – Novos Territórios, Maior Coesão”

«Foi aprovada a nova versão do Programa de Valorização do Interior, em reunião extraordinária do Conselho de Ministros realizada em Pampilhosa da Serra, no dia 14 de julho.

Com o objetivo de concretizar “medidas de discriminação positiva e de incentivo ao desenvolvimento dos territórios de baixa densidade, visando a fixação da população, a diminuição das assimetrias regionais, a coesão e a competitividade territorial”.

Estão incluídas nas 62 medidas do Programa de Valorização do Interior:

– Reforço dos mecanismos de transferência de serviços públicos para o Interior;

– Redução do IRC em função dos postos de trabalho criados com conexão e territórios do interior;

– Reforço dos benefícios fiscais ao investimento no Interior;

– Programa de Captação de Investimentos para o Interior, materializado num conjunto de apoios e incentivos dirigidos ao interior, incluindo uma Linha de Apoio Específica para o Interior para Projetos Empresariais de Interesse Estratégico;

– No âmbito da Reprogramação do PT2020, criar uma programação de concursos para os territórios do Interior para apoiar 1700 M€ de investimento empresarial.»

(Em AD&C, 17 de julho de 2018)


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Revisão do Programa Nacional da Política do Ordenamento do Território

«Foi aprovada a primeira revisão do PNPOT, que constitui o instrumento cimeiro do Sistema de Gestão Territorial, definindo as opções estratégicas de desenvolvimento e estabelecendo o modelo de organização do território nacional.

Considerando que o ordenamento do território deve servir de suporte e contribuir para as grandes opções estratégicas definidas para o desenvolvimento do País, numa ótica de coesão e equidade territorial, o PNPOT define cinco desafios territoriais estratégicos nos vários níveis de planeamento: gerir os recursos naturais de forma sustentável; promover um sistema urbano policêntrico; promover a inclusão e valorizar a diversidade territorial; reforçar a conetividade interna e externa; e promover a governança territorial.»

(Em AD&C, 17 de julho de 2018)


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“Participe no Futuro da Política de Coesão”

«O Governo está a realizar um conjunto de audições e consultas públicas para discutir a Estratégia Nacional para o Portugal Pós 2020.

É intenção do Governo que esta discussão se reflita nos grandes objetivos para o país, bem como na orientação das políticas públicas que para eles concorrem. Este debate tem também o propósito de preparar o próximo período de programação dos fundos da União Europeia, que deverá subordinar-se aos objetivos e opções que venham a ser definidos na estratégia para o país.»

“Ambiente – Setor dos Resíduos” é uma das categorias criadas para receção dos contributos, no âmbito da preparação do Portugal 2030, que devem ser remetidos online, AQUI.


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Sessão “O Setor dos Resíduos e a Economia Circular: um roadmap”

A ESGRA esteve presente, a convite da Associação Smart Waste Portugal, na Sessão “O Setor dos Resíduos e a Economia Circular: um roadmap” – apresentação do Estudo sobre a Relevância e o Impacto do setor dos resíduos na perspetiva de uma economia circular, realizada no dia 10 de julho, no Auditório da Abreu Advogados, em Lisboa.

A sessão teve como objetivo abordar a temática dos resíduos numa perspetiva de economia circular, apresentando casos de boas práticas de empresas e o roadmap de iniciativas que a ASWP está a promover, no âmbito do Estudo realizado, e contou com a presença da do Secretário de Estado do Ambiente Carlos Martins, da Secretária de Estado da Indústria, Ana Lehmann, do Professor Augusto Mateus e do Presidente da Direção da Smart Waste Portugal, Aires Pereira.

Da intervenção do Secretário de Estado do Ambiente destacamos a informação de que em setembro será apresentado o PERSU2020+.

Foi igualmente organizado um debate na mesa redonda da sessão moderado pelo Administrador Delegado da Lipor, Fernando Leite,  que contou com as intervenções das seguintes entidades: Amorim Cork Composites, AVE – Gestão Ambiental e Valorização Energética, Ernesto São Simão, Grupo Elevo / Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção e Sonae MC.